Em outubro de 2025, uma loja vaga no Américas Shopping se transformou em espaço vivo de inclusão, arte e pertencimento.
O projeto surgiu do encontro genuíno entre uma psicóloga, seu paciente autista e o gerente de marketing do shopping, e evoluiu para uma iniciativa estruturada de impacto social. Em 10 dias, sendo 7 de programação ativa, mais de 5.000 pessoas passaram pelo espaço, que reuniu mais de 20 atividades gratuitas: 5 oficinas de arteterapia e construção de currículo, 6 palestras sobre mercado de trabalho e saúde mental, 6 rodas de conversa com mães atípicas e protagonistas PCD, 7 apresentações culturais e uma noite de autógrafos com a atleta paralímpica Jessyborg.
Pessoas com deficiência ocuparam o centro como artistas, palestrantes e protagonistas. O legado é permanente: o SAC do shopping passou a disponibilizar mais de 50 itens de acolhimento inclusivo, incluindo abafadores e colares de identificação, consolidando o Américas como agente ativo de transformação social.